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	<title>Arquivos band larga - Futurion - Análise Empresarial</title>
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		<title>VENCIMENTOS DE IMPOSTOS DO SIMPLES NACIONAL SÃO PRORROGADOS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sthéfane Cecília Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Mar 2021 12:51:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSN) aprovou, nesta quarta (24), a prorrogação dos vencimentos de impostos para empresas enquadradas nesse modelo de tributação. A medida estendeu os prazos dos tributos com vencimentos em abril, maio e junho de 2021 para até dezembro. Como fica o calendário do simples nacional • Período de apuração de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSN) aprovou, nesta quarta (24), a prorrogação dos vencimentos de impostos para empresas enquadradas nesse modelo de tributação. A medida estendeu os prazos dos tributos com vencimentos em abril, maio e junho de 2021 para até dezembro.</p>
<p>Como fica o calendário do simples nacional</p>
<p>• Período de apuração de março de 2021, com vencimento original em 20 de abril de 2021, poderá ser pago em duas parcelas iguais, sendo a 1ª em 20 de julho e a 2ª em 20 de agosto de 2021</p>
<p>• Período de apuração de abril de 2021, com vencimento original em 20 de maio de 2020, poderá ser pago em duas parcelas iguais, em 20 de setembro e 20 de outubro de 2021</p>
<p>• Período de apuração de maio de 2021, com vencimento original em 20 de junho de 2020, poderá ser pago em duas parcelas iguais, sendo a primeira com vencimento em 22 de novembro e a segunda vencendo em 20 de dezembro de 2021.(<em>Da redação</em>)</p>
<p>Fonte: <a href="https://www.pontoisp.com.br/vencimentos-de-impostos-do-simples-nacional-sao-prorrogados/">PontoISP</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Receita Federal autoriza crédito de PIS e COFINS sobre vale-transporte</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sthéfane Cecília Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Mar 2021 11:58:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>“Um pequeno passo para o homem, um grande salto para a humanidade”. Foi essa a frase do astronauta Neil Armstrong assim que tocou o solo lunar, marcando a chegada do homem à Lua. Apesar do contexto completamente distinto, ela se encaixa perfeitamente em relação ao disposto na Solução de Consulta DISIT nº 7081/2020, recentemente publicada [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>“Um pequeno passo para o homem, um grande salto para a humanidade”. Foi essa a frase do astronauta Neil Armstrong assim que tocou o solo lunar, marcando a chegada do homem à Lua. Apesar do contexto completamente distinto, ela se encaixa perfeitamente em relação ao disposto na Solução de Consulta DISIT nº 7081/2020, recentemente publicada pela Receita Federal do Brasil.</p>
<p>O órgão, depois seguidas manifestações contrárias, sinalizou pela primeira vez sobre a possibilidade de se reconhecer o direito de quaisquer empresas se creditarem em relação ao PIS e à COFINS, sobre gastos com vale-transporte fornecido aos funcionários que trabalham diretamente na produção de bens ou na prestação de serviços, por considerá-los insumos.</p>
<p>Anteriormente, as Autoridades Fiscais somente admitiam a apuração de créditos de PIS e COFINS sobre os gastos com vale-transporte – além de despesas incorridas com vale-refeição, vale-alimentação, fardamento e uniforme fornecidos aos empregados – para as empresas que realizassem atividades de prestação de serviços de limpeza, conservação e manutenção, nos termos do art. 3º, X, das Leis nº 10.637/2002 e 10.833/2003.</p>
<p>Segundo o mais recente entendimento manifestado pela Receita Federal do Brasil, o vale-transporte é despesa obrigatória à empresa (a despeito da sua atividade) em razão de clara imposição legal (Lei nº 7.418/85), sendo, por consequência um gasto necessário e relevante, tal qual definido pelo Superior Tribunal de Justiça no <em>leading case </em>sobre o tema, o julgamento do Recurso Especial nº 1.221.170/PR (“Caso Anhambi”).</p>
<p>Dois detalhes merecem atenção. O primeiro deles diz respeito ao fato de o creditamento ser restrito aos gastos com vale-transporte, não compreendendo outras despesas incorridas com transporte, como no caso veículos fretados.</p>
<p>O segundo aspecto importante da manifestação da Receita Federal do Brasil é que o crédito só pode ser apurado sobre o valor efetivamente pago pela empresa, isto é, o montante que ultrapassar o percentual de 6% da remuneração básica do empregado, cuja responsabilidade pelo pagamento fica a cargo do próprio funcionário, sendo descontado diretamente na folha de salário, nos termos do artigo 4º, parágrafo único, Lei 7.418/1985.</p>
<p><strong>Ou seja, não é autorizado o creditamento para fins de PIS e COFINS sobre despesas com vale-transporte que não são assumidas pelo empregador. O posicionamento do Fisco com relação a esse ponto, diga-se de passagem, é bastante coerente.</strong></p>
<p>Se de um lado a Solução de Consulta DISIT nº 7081/2020 ampliou seu entendimento quanto à tomada de créditos sobre gastos com vale-transporte, por outro lado, manteve posicionamento mais restritivo com relação aos gastos com vale-refeição, vale-alimentação e uniformes fornecidos aos funcionários que trabalham diretamente no processo produtivo ou na prestação de serviços.</p>
<p>De acordo com o Fisco, a tomada de crédito apenas é permitida para as empresas que realizam atividades de prestação de serviços de limpeza, conservação e manutenção, não sendo estendido a empresas com outras atividades, o que, por força da isonomia, nos parece um tanto quanto questionável.</p>
<p>A Receita Federal do Brasil ainda deixou claro em seu pronunciamento, que caso a empresa desenvolva outras atividades além das atividades de limpeza, conservação e manutenção, para que possa se creditar sobre despesas com vale-refeição, vale-alimentação e uniformes, ela deverá ter controles segregados que identifiquem e demonstrem os gastos relacionados exclusivamente com as atividades geradoras de crédito. Não sendo realizada essa segregação das atividades, não haverá o direito ao crédito, por falta de previsão legal.</p>
<p>Enfim, parafraseando a histórica frase de Neil Armstrong, o disposto na Solução de Consulta DISIT nº 7081/2020 pode ainda ser um pequeno passo para a Receita Federal do Brasil, mas, inegavelmente, representa um salto para os contribuintes. Que a avaliação do Fisco sobre a tomada de créditos de PIS e COFINS sobre insumos siga avançando em busca de um posicionamento mais coerente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: <a href="https://www.jota.info/opiniao-e-analise/artigos/receita-federal-autoriza-credito-de-pis-e-cofins-sobre-vale-transporte-03032021">Jota</a></p>
<p><strong>RAFAEL MARCHETTI MARCONDES</strong> – Doutor e mestre em Direito Tributário pela PUC/SP. MBA em Sport Management pelo ISDE e FC Barcelona. Especialista em Direito Tributário pela FGV/SP. Bacharel em Direito pela PUC/SP. Professor de Direito Tributário na EPD e no IBET. Advogado. Consultor no escritório Pinheiro Neto.<br />
<strong>LORENZO MIDEA TOCCI</strong> – advogado, associado do escritório Pinheiro Neto Advogados.<br />
<strong>ANDRESSA KIMATI PETRI</strong> – Associada da área tributária do escritório Pinheiro Neto Advogados</p>
<p>Foto Crédito: Fotolia</p>
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		<title>Estados não poderão cobrar diferencial de alíquota de ICMS a partir de 2022</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sthéfane Cecília Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Mar 2021 01:12:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quarta-feira (24/2) que as unidades da federação não poderão cobrar diferencial de alíquota (difal) de ICMS a partir de janeiro de 2022, caso o Congresso Nacional não edite uma lei complementar sobre a questão ainda em 2021. A decisão ocorreu no julgamento conjunto da Ação Direta de Inconstitucionalidade [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quarta-feira (24/2) que as unidades da federação não poderão cobrar diferencial de alíquota (difal) de ICMS a partir de janeiro de 2022, caso o Congresso Nacional não edite uma lei complementar sobre a questão ainda em 2021. A decisão ocorreu no julgamento conjunto da Ação Direta de Inconstitucionalidade 5469 e do Recurso Extraordinário 128019.</p>
<p>Atualmente as empresas pagam a alíquota interestadual para o estado de origem da mercadoria e o difal para o estado de destino, ou seja, o local onde está o consumidor. Pela decisão do Supremo, essa configuração segue intacta até o fim do ano. Se não for instituída a regulamentação por lei complementar, as empresas vão recolher integralmente o ICMS para o estado de origem da mercadoria.</p>
<p>Por seis votos a cinco, os ministros consideraram inconstitucionais cláusulas do convênio 93/2015 do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) que regulamentaram o diferencial de alíquota de ICMS em operações interestaduais. Os magistrados entenderam que a matéria precisa ser regulamentada por lei complementar e não por ato administrativo. Entre as cláusulas do convênio contestadas uma tratava exclusivamente das empresas enquadradas no Simples Nacional, e sobre esse dispositivo o placar pela inconstitucionalidade foi de dez a um.</p>
<p>No entanto, os ministros modularam os efeitos da decisão para que o entendimento valha a partir do próximo exercício financeiro, ou seja, a partir de 2022. Dessa forma, as empresas terão que se adequar à decisão a partir do ano que vem, desde que o Congresso Nacional não edite a lei complementar necessária para a regulamentação do diferencial de alíquota.</p>
<p>A exceção do prazo da modulação vale para as empresas do Simples Nacional, isso porque a cláusula do convênio Confaz relativa a essa modalidade empresarial estava suspensa desde 2016 por conta de uma liminar. Assim, a modulação para essa categoria vale a partir da concessão da liminar.</p>
<p>Os ministros aprovaram a tese de que a cobrança do diferencial de alíquota de ICMS, com base na Emenda Constitucional 87/96, pressupõe edição de lei complementar para sua regulamentação.</p>
<p>Votaram pela <a href="https://www.jota.info/tributos-e-empresas/tributario/stf-tem-dois-votos-contra-convenio-que-regulamenta-diferencial-de-aliquota-de-icms-11112020" target="_blank" rel="noopener noreferrer">inconstitucionalidade do convênio os ministros Dias Toffoli, Marco Aurélio</a>, Luís Roberto Barroso, Edson Fachin, Rosa Weber e Cármen Lúcia. Os votos contrários são dos ministros Nunes Marques, Alexandre de Moraes, Ricardo Lewandowski, Gilmar Mendes e Luiz Fux.</p>
<h3>Preocupação dos estados</h3>
<p>O julgamento afeta, sobretudo, as transações do comércio eletrônico e a repartição de receitas de ICMS entre os estados brasileiros. As unidades da federação alegam que a inconstitucionalidade das normas que regulamentam o diferencial de alíquota de ICMS causará perdas de receitas de <a href="https://www.jota.info/tributos-e-empresas/tributario/comsefaz-estima-perda-de-r-9-bi-se-stf-barrar-diferenca-de-aliquota-de-icms-11112020" target="_blank" rel="noopener noreferrer">R$ 9,838 bilhões anuais aos estados</a>. Isso porque as receitas ficarão concentradas nos estados onde a venda foi realizada, e não haverá mais a repartição com o estado onde vive o consumidor que adquiriu a mercadoria. O Rio de Janeiro, por exemplo, prevê perda de R$ 1,8 bi por ano.</p>
<p>Embora as normas sobre o diferencial de alíquota tenham sido consideradas inconstitucionais, os estados conseguiram que a decisão do STF só tenha efeitos a partir do ano que vem. Com isso, os estados não sofrerão impacto orçamentário em 2021 – ano em que as unidades reclamam de queda de arrecadação e aumento dos gastos causados pela pandemia da Covid-19. Além disso, as unidades da federação têm tempo para tentar sensibilizar o Congresso pela aprovação da lei complementar necessária.</p>
<p>Segundo fontes consultadas pelo <span class="jota">JOTA</span>, os secretários de Fazenda acreditam que a modulação do STF deu tempo para que os estados articulem a regulamentação via lei complementar até o fim do ano. Embora a principal estratégia dos estados fosse a manutenção do difal por convênio, conseguir a modulação era uma espécie de plano B, que deu certo.</p>
<h3>Processos</h3>
<p>Na ADI 5469, a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (Abcomm) questiona cláusulas do Convênio ICMS 93/2015, que dispõe sobre os procedimentos a serem observados nas operações e prestações que destinem bens e serviços a consumidor final não contribuinte do ICMS localizado em outra unidade federada. Para a Abcomm, o convênio é ato normativo inadequado, pois a matéria deveria ser prevista em lei complementar. O relator é o ministro Dias Toffoli.</p>
<p>Já o RE 1287019 discute a necessidade de edição de lei complementar para disciplinar a cobrança do diferencial de alíquota em operação interestadual que destine mercadoria a consumidor final não contribuinte do ICMS.</p>
<p>No processo, a empresa Madeiramadeira Comércio Eletrônico S/A defende que a mudança prevista na EC 87/2015 demanda edição de lei complementar para produzir efeitos. Portanto, o estado não pode cobrar o diferencial de alíquotas enquanto o Congresso Nacional não editar uma lei complementar regulamentando a alteração trazida pela emenda.</p>
<p>Fonte: <strong><a href="https://www.jota.info/autor/flavia-pimenteljota-info">FLÁVIA MAIA</a> &#8211; <a href="https://www.jota.info/tributos-e-empresas/tributario/estados-nao-poderao-cobrar-diferencial-de-aliquota-de-icms-a-partir-de-janeiro-de-2022-25022021">JOTA</a></strong></p>
<p>Foto: Marcos Santos/USP Imagens</p>
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		<title>CROSSING THE BROADBAND DIVIDE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sthéfane Cecília Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Feb 2021 16:53:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Broadband is as critical to our lives as electricity and running water. Having a reliable, speedy internet connection means the difference between participating in the digital economy or getting left behind. The coronavirus pandemic, which forced many of us to stay home, made that abundantly clear. Yet millions of Americans still lack access to high-speed [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="image"></div>
<p>Broadband is as critical to our lives as electricity and running water. Having a reliable, speedy internet connection means the difference between participating in the digital economy or getting left behind. The coronavirus pandemic, which forced many of us to stay home, made that abundantly clear.</p>
<p>Yet millions of Americans still lack access to high-speed internet, a problem so big that everyone from lawmakers to agencies like the Federal Communications Commission agree that no one really knows the exact magnitude despite unreliable data that says the broadband gap has narrowed to <em>just</em> 14.5 million households.</p>
<p>That&#8217;s where CNET&#8217;s Crossing the Broadband Divide package comes in. This series will shine a light on the hurdles and missteps preventing people from getting broadband and profile those looking to uncover tangible solutions to this problem. The goal: Find a way forward to a world where anyone can tap into the opportunities that stem from internet access.</p>
<p>Fonte: <a href="https://www.cnet.com/crossing-the-broadband-divide/">CNET.COM</a></p>
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		<title>Samsung ganha contrato de US $ 6,6 bilhões com a Verizon 5G, vencendo Ericsson e Nokia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sthéfane Cecília Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Feb 2021 13:14:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A veterana sul-coreana da eletrônica, Samsung (OTC: SSNLF), obteve uma grande vitória esta semana, quando a americana de telecomunicações Verizon Communications ( NYSE: VZ ) selecionou a empresa como fornecedora de equipamentos de rede sem fio 5G . Este acordo de cinco anos soma US $ 6,6 bilhões em pedidos, envolvendo hardware de rede e serviços relacionados. O contrato com a Verizon foi assinado na sexta-feira, de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-uw-rm-sr=""><span>A veterana sul-coreana da eletrônica, </span><strong><span>Samsung </span></strong><span class="ticker" data-id="284397"><span>(OTC: SSNLF),</span></span><span> obteve uma grande vitória esta semana, quando a americana de telecomunicações </span><strong><span>Verizon Communications </span></strong><span class="ticker" data-id="206030"><span>( </span><a class="wf-track-clicks-to-in-content-stock-links-72 wf-hover" href="https://www.fool.com/quote/nyse/verizon-communications-inc/vz/" data-uw-rm-brl="false"><span>NYSE: VZ</span></a><span> )</span></span><span> selecionou a empresa como fornecedora de equipamentos de </span><a href="https://www.fool.com/investing/stock-market/market-sectors/communication/5g-stocks/" data-uw-rm-brl="false"><span>rede sem fio 5G</span></a><span> . Este acordo de cinco anos soma US $ 6,6 bilhões em pedidos, envolvendo hardware de rede e serviços relacionados.</span></p>
<p data-uw-rm-sr=""><span>O contrato com a Verizon foi assinado na sexta-feira, de acordo com documentos regulatórios vistos pela Bloomberg. Para colocar este acordo em perspectiva, as despesas de capital da Verizon somaram US $ 22 bilhões nos últimos quatro trimestres. É um grande negócio e um voto de confiança baseado em dólares da Verizon, o que poderia inspirar outras telecomunicações ao redor do mundo a pelo menos considerar o equipamento 5G da Samsung.</span></p>
<div class="image"><img decoding="async" src="https://g.foolcdn.com/image/?url=https%3A%2F%2Fg.foolcdn.com%2Feditorial%2Fimages%2F590852%2Fcell-tower-in-sunset.jpg&amp;w=700&amp;op=resize" srcset="https://g.foolcdn.com/image/?url=https%3A//g.foolcdn.com/editorial/images/590852/cell-tower-in-sunset.jpg&amp;w=300&amp;op=resize 300w, https://g.foolcdn.com/image/?url=https%3A//g.foolcdn.com/editorial/images/590852/cell-tower-in-sunset.jpg&amp;w=1000&amp;op=resize 1000w, https://g.foolcdn.com/image/?url=https%3A//g.foolcdn.com/editorial/images/590852/cell-tower-in-sunset.jpg&amp;w=2000&amp;op=resize 2000w" alt="Uma torre de celular totalmente povoada em silhueta contra um nascer do sol colorido." /></p>
<p class="caption"><span>FONTE DA IMAGEM: GETTY IMAGES.</span></p>
</div>
<p><span>Isso é potencialmente uma má notícia para os líderes estabelecidos neste segmento. O mercado de ações dos EUA foi fechado na segunda-feira, mas o Dia do Trabalho é um feriado exclusivamente americano, e os investidores deram sua opinião nas bolsas de valores internacionais. As ações da Samsung fecharam as negociações de segunda-feira 1,6% mais altas na bolsa de Seul; </span><strong><span>Nokia </span></strong><span class="ticker" data-id="204739"><span>( </span><a class="wf-track-clicks-to-in-content-stock-links-72 wf-hover" href="https://www.fool.com/quote/nyse/nokia-corporation/nok/" data-uw-rm-brl="false"><span>NYSE: NOK</span></a><span> )</span></span><span> fechou o dia 3,3% menor em Helsinque; e </span><strong><span>Telefonaktiebolaget LM Ericsson </span></strong><span class="ticker" data-id="203413"><span>( </span><a class="wf-track-clicks-to-in-content-stock-links-72 wf-hover" href="https://www.fool.com/quote/nasdaq/telefonaktiebolaget-lm-ericsson-publ/eric/" data-uw-rm-brl="false"><span>NASDAQ: ERIC</span></a><span> )</span></span><span> caiu até 1,1% em Estocolmo antes de voltar ao ponto de equilíbrio no final do dia. A gigante de tecnologia chinesa </span><strong><span>ZTE teve</span></strong><span> queda de 4,3% na bolsa de Hong Kong e a maior rival </span><strong><span>Huawei</span></strong><span> também pode sofrer, mas essa empresa estatal não está negociando ações em nenhum mercado.</span></p>
<p><span>Nokia, Ericsson e Huawei são </span><a href="https://www.fool.com/investing/2020/08/25/these-5g-stocks-can-keep-crushing-the-market/" data-uw-rm-brl="false"><span>os principais fornecedores de estações-base 5G</span></a><span> até agora, mas a Samsung e uma série de empresas menores têm roubado participação de mercado das Três Grandes em 2020, e a escolha da Verizon só pode acelerar essa tendência.</span></p>
<p>Fonte: <span class="vw-post-author"><a href="https://www.fool.com/author/1484/">ANDERS BYLUND</a>  / <a href="https://www.fool.com/investing/2020/09/07/samsung-wins-66-billion-verizon-5g-contract-beatin/">FOOL.COM</a></span></p>
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		<item>
		<title>Provedores de banda larga rural brilham nas melhores classificações de cidades para trabalhar em casa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sthéfane Cecília Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Feb 2021 13:10:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ISP]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mais de uma dúzia de provedores de banda larga menores e mais rurais receberam endossos de algum tipo esta semana da PC Magazine, que criou uma lista das 50 melhores cidades para trabalhar de casa nos Estados Unidos em 2021. Entre os provedores estavam empresas de décadas que começaram como prestadores de serviços de telefone, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span>Mais de uma dúzia de provedores de banda larga menores e mais rurais receberam endossos de algum tipo esta semana da PC Magazine, que criou uma lista das 50 melhores cidades para trabalhar de casa nos Estados Unidos em 2021. Entre os provedores estavam empresas de décadas que começaram como prestadores de serviços de telefone, bem como empresas de serviços públicos rurais e empresas competitivas mais recentes.</span></p>
<p><span>Também estavam na lista alguns dos maiores provedores de banda larga do país, incluindo a AT&amp;T, que oferece o melhor preço no serviço de gigabit em 16 das 50 cidades, de acordo com os pesquisadores. A Comcast ganhou essa honra em sete cidades, a CenturyLink em três e a Verizon em duas. Windstream e RCN oferecem, cada uma, o melhor preço em serviço de gigabit em uma das 50 principais cidades.</span></p>
<p><span>A cidade no topo da lista, sem surpresa, foi Chattanooga, Tennessee, onde a empresa de serviços públicos local EPB foi a primeira provedora de banda larga a realizar uma implantação de gigabit em toda a cidade. As próximas quatro cidades, em ordem decrescente, foram Bear Valley Springs, Califórnia; Pawlet, Vermont; Kaysville, Utah; e Jonesborough, Tennessee.</span></p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><a href="https://www.telecompetitor.com/images/pawlet.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-96312" src="https://www.telecompetitor.com/images/pawlet.jpg" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" srcset="https://www.telecompetitor.com/images/pawlet.jpg 600w, https://www.telecompetitor.com/images/pawlet-300x169.jpg 300w" alt="" width="600" height="338" /></a><figcaption><span>Pawlet, Vermont (Fonte: PC MAG)</span></figcaption></figure>
</div>
<p><span>Os fornecedores nessas quatro cidades, respectivamente, foram Race Communications, Vermont Telephone Company, Veracity Networks e AT&amp;T.</span></p>
<h4 id="h-best-work-from-home-cities"><span>Melhores cidades para trabalhar em casa</span></h4>
<p><span>Sejam grandes ou pequenas, apenas cidades com serviço de gigabit foram incluídas na lista das melhores cidades para trabalhar em casa da PC Magazine &#8211; e os pesquisadores confirmaram o desempenho da rede certificando-se de que as conexões foram testadas para fornecer velocidades de pelo menos 800 Mbps downstream e 200 Mbps upstream. Eles também procuraram cidades com um custo relativamente baixo para o serviço de gigabit e observaram o provedor com o melhor preço e cobertura para esse serviço.</span></p>
<p><span>A inclusão na lista das melhores cidades para trabalhar de casa também dependeu da qualidade geral de vida na cidade.</span></p>
<p><span>Os pesquisadores incluíram apenas cidades com valores residenciais medianos abaixo de US $ 500.000 &#8211; e em algumas das cidades, os valores medianos estavam na faixa de US $ 100.000. Outro fator era o tamanho médio da casa, pensando que casas maiores têm mais espaço para escritórios domésticos.</span></p>
<p><span>As cidades também ganharam pontos por estarem em um ambiente atraente com “costas próximas, montanhas ou muitos parques” e por terem uma alta porcentagem de trabalhadores domiciliares, sendo que essas cidades teriam amenidades para apoiar os trabalhadores domiciliares.</span></p>
<p><span>Outros fatores considerados: a presença de cafeterias, a porcentagem de restaurantes locais que não são redes, a porcentagem de residentes em artes e educação e a porcentagem de residentes em profissões de diagnóstico e tratamento de saúde.</span></p>
<p><span>E se dois lugares estivessem a 50 milhas um do outro, os pesquisadores consolidavam ou eliminavam alguns lugares.</span></p>
<h4 id="h-the-smaller-providers"><span>Os provedores menores</span></h4>
<p><span>Vermont Telephone, ou </span><a href="https://www.vermontel.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><span>VTel</span></a><span> , atende a duas cidades na lista de cidades que trabalham de casa, incluindo Springfield e Pawlet. Outras empresas de longa vida na lista que começaram como provedores de telefone incluem </span><a href="https://paulbunyan.net/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><span>Paul Bunyan Communications</span></a><span> , </span><a href="https://www.cspire.com/"><span>C Spire</span></a><span> , </span><a href="https://ckt.net/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><span>Craw-Kan Telephone Cooperative</span></a><span> , </span><a href="https://www2.grm.net/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><span>GRM Networks</span></a><span> , </span><a href="https://www.empireaccess.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><span>Empire Access</span></a><span> , </span><a href="https://www.smithville.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><span>Smithville Communications</span></a><span> e Atlantic Telephone Membership Cooperative ( </span><a href="https://www.atmc.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><span>ATMC</span></a><span> ). Provedores menores formados mais recentemente na lista incluem </span><a href="https://www.race.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><span>Race Communications</span></a><span> , </span><a href="https://www.vcn.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><span>Visionary Broadband</span></a><span> , </span><a href="https://www.ctitech.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><span>CTI Fiber</span></a><span> e </span><a href="https://volo.net/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><span>Volo Broadband</span></a><span> .</span></p>
<p><span>Várias empresas de serviços públicos rurais que se ramificaram para a banda larga também estão na lista, incluindo a Great Lakes Energy ( </span><a href="https://www.truestreamfiber.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><span>Truestream</span></a><span> ), a Reedsburg Utility Commission ( </span><a href="https://ruclightspeed.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><span>LightSpeed</span></a><span> ) e a Tombigbee Communications ( </span><a href="http://www.freedomfiber.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><span>freedom FIBER</span></a><span> ).</span></p>
<p><span>A top cidades obra-de-casa PC Magazine </span><a href="https://www.pcmag.com/news/the-best-work-from-home-cities-for-2021" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><span>lista</span></a><span> é oportuna, considerando que um estudo recente constatou que 23% dos </span><a href="https://www.techrepublic.com/article/pop-up-poll-23-of-respondents-have-left-major-cities-since-the-start-of-wfh/?ftag=TREe09998f&amp;bhid=29140840671038090889085465791485&amp;mid=13264972&amp;cid=2218216199" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><span>trabalhadores em empresas de alta tecnologia</span></a><span> tinha saído dos principais mercados de metro desde o início do COVID-19 pandemia.</span></p>
<p><span>Uma coisa que a PC Magazine não observou, mas que pode valer a pena considerar em uma pesquisa futura, é a disponibilidade de ofertas de provedores </span><a href="https://www.telecompetitor.com/consolidated-enterprisehome-wfh-service-launches/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><span>voltadas para trabalhadores domésticos</span></a><span> que incluem rede privada virtual e outros recursos.</span></p>
<p>Fonte: <span class="vw-post-author"><a href="https://www.telecompetitor.com/author/joane/">JOAN ENGEBRETSON</a>  / <a href="https://www.telecompetitor.com/rural-broadband-providers-shine-in-best-work-from-home-cities-rankings/">TELECOMPETITOR</a></span></p>
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		<title>SEPARAÇÃO DE SERVIÇOS DE COMUNICAÇÃO E CONEXÃO PODE REDUZIR CARGA DOS ISPS, DIZ RODRIGUES</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sthéfane Cecília Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Jan 2021 19:09:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Análises]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um planejamento tributário com a separação do serviço de comunicação e serviço de conexão pode assegurar redução da carga tributária do ISP. A afirmação é do sócio da consultoria Futurion, Marcio Rodrigues dos Santos, que participou na noite desta quinta-feira de live sobre tributação de provedores regionais. Segundo Rodrigues, sobre o serviço de conexão à [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um planejamento tributário com a separação do serviço de comunicação e serviço de conexão pode assegurar redução da carga tributária do ISP. A afirmação é do sócio da consultoria Futurion, Marcio Rodrigues dos Santos, que participou na noite desta quinta-feira de live sobre tributação de provedores regionais.</p>
<p>Segundo Rodrigues, sobre o serviço de conexão à internet (SCI) não incide nem ICMS nem ISS e duas secretarias estaduais da Fazenda já trabalham com esse entendimento. Isto porque no Distrito Federal e no Amapá, as ações ajuizadas pela Associação Brasileira de Provedores de Internet e Telecomunicações (Abrint) nos 27 estados pedindo a separação dos serviços, já transitaram em julgado com ganho de causa para a entidade.</p>
<p>Rodrigues ressalta que a Anatel também já deu provas do mesmo entendimento, quando reconhece que serviço de valor adicionado não é o mesmo que serviço de telecomunicações, em decisões recentes. O que ocorre com o serviço de voz sobre IP, já assimilado pela agência.</p>
<p>Para Rodrigues, mesmo que a reforma tributária ande, pelas propostas em tramitação no Congresso Nacional haverá um período de transição de até 10 anos, que não impactará na separação dos serviços. “Sem a separação, incide ICMS sobre tudo”, ressalta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: <span class="vw-post-author"><a class="vw-post-author__name" title="Posts by Lúcia Berbert" href="https://www.pontoisp.com.br/author/lucia/" rel="author">LÚCIA BERBERT</a>  / <a href="https://www.pontoisp.com.br/separacao-de-servicos-de-comunicacao-e-conexao-pode-reduzir-carga-dos-isps-diz-rodrigues/">PONTOISP</a></span></p>
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		<item>
		<title>SUBNOTIFICAÇÃO DOS ISPS PODE PREJUDICAR ALOCAÇÃO DO NOVO FUST, ALERTA ANATEL</title>
		<link>https://futurion.com.br/subnotificacao-dos-isps-pode-prejudicar-alocacao-do-novo-fust-alerta-anatel/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Sthéfane Cecília Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Dec 2020 17:55:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Superintendente de Planejamento e Regulamentação da Anatel, Nilo Pasquali alertou hoje, 26, os ISPs de que a subnotificação sobre a existência de infraestrutura no Brasil poderá prejudicar a alocação futura do Fust na expansão da banda larga. Ao participar do Inovatic 2020, evento online realizado pelos portais Tele.Síntese e PontoISP, Pasquali festejou a aprovação pelo Senado, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Superintendente de Planejamento e Regulamentação da Anatel, Nilo Pasquali alertou hoje, 26, os ISPs de que a subnotificação sobre a existência de infraestrutura no Brasil poderá prejudicar a alocação futura do Fust na expansão da banda larga.</p>
<p>Ao participar do <a href="https://www.telesintese.com.br/category/plantao-telesintese/inovatic-e-isp-business/">Inovatic 2020</a>, evento online realizado pelos portais Tele.Síntese e PontoISP, Pasquali festejou a aprovação pelo Senado, na semana passada, do PL 172, que autoriza o uso do Fust em banda larga, derrubando a restrição existente até então, que só permitia o uso em telefonia fixa. Mas lembrou que o mapeamento das redes brasileiras não mostra integralmente a presença dos provedores regionais.</p>
<p>Segundo explicou, a agência quer evitar que recursos de políticas públicas acabem sendo usados em sobreposição de redes. “Tem que ter expansão da banda larga, sejam redes móveis ou fixas, para conectar onde não tem rede ainda”, ressaltou.</p>
<p>Ele lembrou que além de recursos do Fust, a Anatel lança mão de sanções com obrigação de fazer, de TACs e de editais de radiofrequência. Nos próximos meses, haverá o leilão de espectro que terá mais compromissos, além da destinação de recursos decorrentes da conversão de outorgas de concessão do STFC em autorizações. Em todos os casos, a subnotificação é prejudicial para a definição certeira dos compromissos de cobertura.</p>
<p>“Dado esse cenário, ter a informação da infraestrutura é essencial. A gente pede normalmente coisas muito simples, não precisamos de detalhes. Aí que entra a consulta pública 68, que trata das infraestruturas de redes de transporte. Estamos há muitos anos tentando fazer o mapeamento disso, não com viés de fiscalização. A gente precisa saber onde as redes estão para incentivar a construção onde não estão”, resumiu.</p>
<h4>DIFERENÇA GRANDE</h4>
<p>Caio Bonilha, sócio diretor da consultoria Futurion, alertou no debate para o tamanho da diferença existente entre os dados oficiais e a realidade. Comparando informações da Anatel, que são reunidas com base no que as empresas reportam, com dados de conectividade levantados pelo Cetic.br, Bonilha chegou à conclusão que há subnotificação de 20,55 milhões de acessos em banda larga. Ou seja, há no Brasil 55,53 milhões de acessos de banda larga fixa, mas a agência contabiliza oficialmente 34,98 milhões, uma diferença de 37%.</p>
<p>Felipe Cansanção, CEO da Aloo Telecom também defendeu a atualização dos dados da Anatel. Segundo ele, os dados reais são surpreendentes, e a presença dos ISPs é maior do que se imagina. Os estados de Alagoas e Sergipe, garantiu, já têm todas as cidades atendidas por fibra.</p>
<p>“Alagoas hoje a gente tem certeza que 100% dos municípios tem fibra. Sergipe também, são 83 municipios que temos certeza que a inclusão digital já chegou. A Bahia melhorou muito, PE. Então a difusão da fibra, 80% das cidades no Nordeste têm um ISP que tá fazendo a banda larga”, afirmou.</p>
<p>Ele fala com propriedade. A Aloo é fornecedora de infraestrutura de transporte para os ISPs locais, e segundo ele, essas estimativas se baseiam justamente nos contratos assinados.</p>
<h4>MODERNIZAÇÃO, POSTES E WIFI</h4>
<p>William Taylor, Diretor Comercial ISP da Connectoway, distribuidora de equipamentos para redes, concorda com a perspectiva. “Em números, em 2019, tivemos aumento de 49% em faturamento fornecendo soluções a ISPs. 2020 já temos recorde de faturamento, em DWDM e soluções de acesso”, afirmou.</p>
<p>Indício do quanto os provedores vem crescendo a passos largos é a demanda que a distribuidora vem tendo. “Praticamente todos os municípios têm internet de qualidade. A Connectway já chegou a faturar 800 km de fibra em um dia, tudo pro mercado ISP. A gente entrega entre 60 a 70 mil NU por mês. Quem compra? ISP. Modernizar a rede é um movimento atual. Nunca se fez tanto projeto DWDM como hoje em dia”, afirmou o executivo.</p>
<p>Para Rosauro Baretta, da Eaí Telecom, se a realidade brasileira for como a Paranaense, de fato há mais redes prontas do que se conhece oficialmente. Segundo ele, muitas comunidades com 50 a 100 casas do estado já recebem fibra. Por isso, ele sugere que a Anatel se debruce não apenas na distribuição dos recursos para implantação de rede, mas na facilitação para que os ISPs trabalhem.</p>
<p>“Talvez a Anatel pudesse colaborar para que em áreas rurais o aluguel de postes tenham um preço diferente do aluguel em cidades, para que a internet chegue à toda a população. E sobre o WiFi6, seria importante ter a frequência [de 6 GHz] porque o WiFi está muito cheio, sendo muito usado”, falou.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: <span class="vw-post-author"><a class="vw-post-author__name" title="Posts by %s Rafael Bucco" href="https://www.telesintese.com.br/author/rbucco/" rel="author">RAFAEL BUCCO</a> </span><a class="vw-post-date updated" title="Permalink to Subnotificação dos ISPs pode prejudicar alocação do novo Fust, alerta Anatel" href="https://www.telesintese.com.br/subnotificacao-dos-isps-pode-prejudicar-alocacao-do-novo-fust-alerta-anatel/" rel="bookmark"><time datetime="2020-11-26T14:20:06-03:00">26 DE NOVEMBRO DE 2020</time></a></p>
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		<title>INOVAtic 2020</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sthéfane Cecília Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Nov 2020 12:32:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>PARTICIPAÇÃO FUTURION Mesa Redonda A Expansão da Banda Larga e Notificação das Redes? *Felipe Cansanção &#124; CEO da Aloo Telecom *Nilo Pasquali &#124; Superintendente de Planejamento e Regulamentação da Anatel *Rosauro Leandro Baretta &#124; CEO da Eaí Telecom *William Taylor &#124; Diretor Comercial ISP da Connectoway Moderador: Caio Bonilha &#124; Sócio Diretor da Futurion &#160; &#160; &#160;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class="size-medium wp-image-773 alignleft" src="https://futurion.com.br/wp-content/uploads/2020/11/WhatsApp-Image-2020-11-27-at-09.22.52-1-300x300.jpeg" alt="" width="300" height="300" srcset="https://futurion.com.br/wp-content/uploads/2020/11/WhatsApp-Image-2020-11-27-at-09.22.52-1-300x300.jpeg 300w, https://futurion.com.br/wp-content/uploads/2020/11/WhatsApp-Image-2020-11-27-at-09.22.52-1-1022x1024.jpeg 1022w, https://futurion.com.br/wp-content/uploads/2020/11/WhatsApp-Image-2020-11-27-at-09.22.52-1-150x150.jpeg 150w, https://futurion.com.br/wp-content/uploads/2020/11/WhatsApp-Image-2020-11-27-at-09.22.52-1-768x769.jpeg 768w, https://futurion.com.br/wp-content/uploads/2020/11/WhatsApp-Image-2020-11-27-at-09.22.52-1-100x100.jpeg 100w, https://futurion.com.br/wp-content/uploads/2020/11/WhatsApp-Image-2020-11-27-at-09.22.52-1-60x60.jpeg 60w, https://futurion.com.br/wp-content/uploads/2020/11/WhatsApp-Image-2020-11-27-at-09.22.52-1.jpeg 1080w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p><strong>PARTICIPAÇÃO FUTURION</strong></p>
<p>Mesa Redonda<br />
<strong>A Expansão da Banda Larga e Notificação das Redes?</strong><br />
*Felipe Cansanção | CEO da Aloo Telecom<br />
*Nilo Pasquali | Superintendente de Planejamento e Regulamentação da Anatel<br />
*Rosauro Leandro Baretta | CEO da Eaí Telecom<br />
*William Taylor | Diretor Comercial ISP da Connectoway</p>
<p><strong>Moderador: Caio Bonilha | Sócio Diretor da Futurion</strong></p>
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		<title>Dinâmica de Mercado e os Provedores Regionais:  Ameaças e Oportunidades</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sthéfane Cecília Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Sep 2020 17:47:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Três fatores novos na dinâmica de mercado representam ameaças e oportunidades para os Provedores Regionais (PRs): (i) o interesse dos equity funds, (ii) a sanção do PLC 79/2016 e (iii) o leilão das Redes de Quinta Geração  (5G). Como salientamos em artigo anterior, os PRs foram os grandes responsáveis por massificar redes de banda larga [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Três fatores novos na dinâmica de mercado representam ameaças e oportunidades para os Provedores Regionais (PRs): (i) o interesse dos <em>equity funds</em>, (ii) a sanção do PLC 79/2016 e (iii) o leilão das Redes de Quinta Geração  (5G).</p>
<p style="text-align: left;">Como salientamos em artigo anterior, os PRs foram os grandes responsáveis por massificar redes de banda larga nas comunidades e municípios do interior, onde as grandes operadoras tinham e tem atendimento deficiente. Essa deficiência foi fator determinante para permitir que empresas locais crescessem e se tornassem cada vez mais competitivas, com redução de custos e aumento da produtividade.</p>
<p style="text-align: left;">O crescimento dos PRs, mesmo numa conjuntura macroeconômica adversa, mostrou que havia e ainda há uma importante demanda não atendida, concentrada nas áreas periféricas das grandes cidades e no interior do país, o que representa uma oportunidade de crescimento para eles.</p>
<p style="text-align: left;">A sanção do PLC 79, sem vetos, todavia, abriu uma oportunidade para as concessionárias, principalmente a Oi, e representa uma ameaça para os PRs. A questão é a visão que a Lei 13.879/2019 assumiu sobre os Bens Reversíveis. Entre a visão patrimonialista do TCU e a visão funcionalista do PLC 79, há uma diferença, segundo dados extraoficiais, de mais de R$ 100 bilhões (R$ 121 bilhões de patrimônio informado pela Anatel ao TCU e publicado no Acórdão 2142/2019 (Processo TC n. 024.646/2014-8) e R$ 17,7 bilhões, de acordo com o cálculo funcionalista da Secretaria de Política Econômica do Ministério da Fazenda de 2018 (http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2018-05/anatel-aguarda-que-congresso-defina-bens-reversiveis-das-telefonicas).</p>
<p style="text-align: left;">Esses mais de R$ 100 bilhões (ou parte deles) representam um patrimônio que ficará para livre negociação das concessionárias que mudarem para o regime das autorizações. Nesta linha, a Oi anunciou recentemente (Estadão de 03/10/2019) que, de imediato, essa mudança pode representar um impacto de caixa de R$ 8 bilhões com a venda de ativos não essenciais. Pelo que se conhece do patrimônio da Oi, e sua imensa área de concessão, pode-se dizer que este valor é até pequeno perto do que a empresa poderá auferir, se e quando alienar os bens que outrora eram tidos como reversíveis. Não obstante, ela acaba de se livrar do custo anual de R$ 400 milhões (segundo a própria Oi) com a manutenção de “orelhões”.  Essa melhora de caixa tem o condão de auxiliar na Recuperação Judicial da empresa e, principalmente, permitir sua alavancagem para novos investimentos que certamente serão feitos em áreas de maior demanda, já que não há nenhuma obrigação específica sobre a diferença apontada, além de se cacifar para o leilão de 5G.</p>
<p style="text-align: left;">As concessionárias, portanto, irão aumentar seus investimentos em regiões de demanda não atendida de maior poder aquisitivo (como condomínios em áreas isoladas que proliferam no Brasil), hoje parcialmente atendidas por PRs. Como consequência, os PRs terão maior competição de empresas com significativo poder de fogo e que podem fazer guerra de preços.</p>
<p style="text-align: left;">O leilão de 5G, anunciado para 2020 e que nasce sob a égide da Lei 13.879/19, fará com que as Operadoras Móveis utilizem tal tecnologia (que tem o poder de competir em velocidade com as redes ópticas) para fornecer serviços de acesso à Internet para clientes móveis <em>e fixos</em>. Tal utilização já ocorre em países como a Coréia, Suíça e EUA e foi anunciado recentemente pela TIM como foco para a futura oferta de serviços a partir das redes de quinta geração. (:<a href="http://www.telesintese.com.br/5g-banda-larga-fixa-sera-a-aposta-inicial-da-tim/">http://www.telesintese.com.br/5g-banda-larga-fixa-sera-a-aposta-inicial-da-tim/</a>).  Essa capacidade fará com que as redes de 5G se tornem uma ameaça aos PRs.</p>
<p style="text-align: left;">Por outro lado, a movimentação de M&amp;A iniciada em anos passados, mas acelerada em 2019, representa uma ameaça, mas também uma oportunidade para os PRs.</p>
<p style="text-align: left;">Ameaça porque os fundos, que já investiram em PRs, anunciam planos de expansão. Como exemplos, temos os casos recentes da Sumicity, do fundo EB, que em maio anunciou a expansão para 12 cidades na região serrana (<a href="http://www.pontoisp.com.br/a-meta-da-sumicity-sao-500-mil-assinantes-em-2022/">http://www.pontoisp.com.br/a-meta-da-sumicity-sao-500-mil-assinantes-em-2022/</a>) e da Vero, do Vinci Partners, que mais recentemente anunciou seu ambicioso plano de expansão e a implantação de redes nas cidades de Divinópolis, Pará de Minas, Itaúna, Itatiaiuçu, Bom Despacho, Martinho Campos e Nova Serrana (<a href="http://www.telesintese.com.br/vero-vai-investir-r-750-milhoes-para-chegar-a-200-cidades/">http://www.telesintese.com.br/vero-vai-investir-r-750-milhoes-para-chegar-a-200-cidades/</a>).  Certamente, em todas essas cidades, tonificadas pelo capital dos <em>equity funds</em>, haverá competição, em maior ou menor grau, com ao menos um PR.</p>
<p style="text-align: left;">Há uma revolução em andamento, que exige nova ousadia e ineditismo, porém em outros planos que ainda são pouco explorados pelos PRs e que transcendem à construção de redes e à sua operação.</p>
<p style="text-align: left;">Restam dois caminhos imediatos para os PRs sob ataque, tanto das Concessionárias, quanto de PRs capitalizados: (i) competirem com os entrantes e, para isso, vão ter que investir mais com capital próprio ou de terceiros, com o que haverá endividamento; ou (ii) venderem sua participação ou a totalidade de suas empresas para um <em>equity fund</em>.</p>
<p style="text-align: left;">O primeiro caso insere-se na coluna das ameaças, pois o novo capital investido pode não trazer o retorno imediato esperado.</p>
<p style="text-align: left;">O segundo caso representa uma oportunidade para os que “tem o olho preparado” no dizer de um experiente empresário nosso conhecido. “Olho preparado”, na nossa visão, representa arrumar a casa para uma futura “<em>due diligence</em>”, algo absolutamente normal em negócios dessa natureza. Não só no que toca (i) ao mercado disponível; (ii) aos ativos instalados e seu potencial de crescimento e aumento da receita; (iii) aos recursos humanos existentes na empresa e, principalmente (iv) às despesas e aos passivos, existentes e potenciais (tributários, trabalhistas e postes, entre outros).</p>
<p style="text-align: left;">Temos ouvido de investidores que as empresas assediadas têm resistência para mostrar as informações sobre passivos, para não se falar nos ocultos que nem os próprios PRs possam ter conhecimento. Tal postura torna a negociação mais difícil, demorada e com maiores valores contingenciados para cobri-los.</p>
<p style="text-align: left;">Há os que já entenderam as necessidades que o momento impõe, tomaram atitudes corajosas e estão dispostos a pagar o preço da própria competência e adequarem-se às regras de um outro patamar de gestão empresarial.</p>
<p style="text-align: left;">No entanto, a nossa experiência tem demonstrado que muitos ainda são aqueles que sabem que precisam de um choque de administração, estão conscientes dos problemas pelos quais passam, mas decidem correr o risco de continuar sua experiência de atuação empresarial sem profissionalizarem-se.</p>
<p style="text-align: left;">O ideal, e essa e a recomendação e o trabalho que fazemos junto aos PRs, é arrumar a casa e dar tratamento adequado aos potenciais e aos passivos existentes. Isso aumenta o valor da empresa e torna a negociação mais rápida.</p>
<p style="text-align: left;">Se o olho não estiver preparado, a oportunidade vai passar e o PR não saberá aproveitá-la. E poderá sofrer as ameaças aqui relatadas.</p>
<div class="td-author-by">
<p>Por <strong>Caio Bonilha e Márcio Rodrigues dos Santos, Sócios-Diretores da Futurion Análise Empresarial</strong></p>
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